A melhor mão de obra com ferramentas e produtos especiais: Um breve resumo de nosso trabalho.
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domingo, 9 de junho de 2013
Manutenções Alli Bicicletas
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Manutenção Alli Bicicletas - Giant Anthem e Caloi Strada
Ferramentas especiais e mão de obra de primeira qualidade: mais dois destaques de nosso trabalho: Giant Anthem e Caloi Strada:
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Novidades 2013 - Parte 2
Como já citamos anteriormente,
as novidades 2013 não param de aparecer - e impressionar! Dentre as muitas, vou
citar algumas:
Shimano:
Como seu irmão mecânico, o novo Dura-Ace DI2 possui 11 velocidades, nova ergonomia nos controles, e uma série de inovações.
Assim como a linha Campagnolo EPS Record e Super Record, a Shimano também adotou o Multiple Shifting, só que programável. O STI está com alavancas e botões maiores, além da borracha com dupla densidade. O peso do grupo caiu cerca de 170g em relação ao anterior, o que é um enorme avanço.
Além dos componentes tradicionais, a Shimano lançou novos Bar End Shifters com posições diferentes de clipes, alé do novo ciclocomputador Flyght Deck, com visor maior, múltiplas funções e visor Touch Screen...
Campagnolo
Como dito anteriormente, o grande lançamento é o novo Athena EPS. Herdando as tecnologias dos Record e Super Record, o Athena EPS entra no mercado como uma opção de custo mais baixo (concorrente direto do Ultegra DI2 - só que com 11 velocidades).
A grande diferença entre os outros familiares EPS, está nos materiais empregados, onde carbono e titânio são substituídos por alumínio. O peso é maior, mas conserva durabilidade e reduz o custo. Os componentes Athena EPS não são compatíveis com os Record e Super Record EPS.
Falando ainda em Campagnolo, novas opções de cassetes, novas rodas Scirocco 35mm, e novos sistemas triplos Veloce, Centaur e Athena (isso mesmo, chegamos nas 33 velocidades!), além dos recem lançados EPS para Triathlon e novos pedivelas Bullet e Bora. Da mesma casa, a Fulcrum lança as novas Racing Quattro, que na verdade são irmãs praticamente gêmeas das Scirocco 35.
Sram
XX1 é a nova aposta para o Trail e All Mountain. 11 velocidades no cassete e uma coroa (com desenho especial para a corrente não saltar). Com uma relação inédita do cassete 10x42 dentes, a SRAM promete abalar o mercado. O sistema é inteligente, não tem cruzamentos, só resta saber a real praticidade, já que é preciso ter uma relação de coroa dianteira para cada situação. No que se refere ao funcionamento, o deslocamento do câmbio agora é paralelo ao cassete, e o cassete agora compartilha de um novo sistema de encaixe do núcleo. Pelo jeito agora teremos diversos tipos de núcleos: Sram 11 velocidades, Shimano 8/9/10 velocidades, e Campagnolo 9/10/11 velocidades... Mundo confuso!
O sistema será compatível apenas com cubos SRAM ou DT Swiss e os trocadores Trigger ou Grip Shift.
Shimano:
Como seu irmão mecânico, o novo Dura-Ace DI2 possui 11 velocidades, nova ergonomia nos controles, e uma série de inovações.
Assim como a linha Campagnolo EPS Record e Super Record, a Shimano também adotou o Multiple Shifting, só que programável. O STI está com alavancas e botões maiores, além da borracha com dupla densidade. O peso do grupo caiu cerca de 170g em relação ao anterior, o que é um enorme avanço.
Além dos componentes tradicionais, a Shimano lançou novos Bar End Shifters com posições diferentes de clipes, alé do novo ciclocomputador Flyght Deck, com visor maior, múltiplas funções e visor Touch Screen...
Campagnolo
Como dito anteriormente, o grande lançamento é o novo Athena EPS. Herdando as tecnologias dos Record e Super Record, o Athena EPS entra no mercado como uma opção de custo mais baixo (concorrente direto do Ultegra DI2 - só que com 11 velocidades).
A grande diferença entre os outros familiares EPS, está nos materiais empregados, onde carbono e titânio são substituídos por alumínio. O peso é maior, mas conserva durabilidade e reduz o custo. Os componentes Athena EPS não são compatíveis com os Record e Super Record EPS.
Falando ainda em Campagnolo, novas opções de cassetes, novas rodas Scirocco 35mm, e novos sistemas triplos Veloce, Centaur e Athena (isso mesmo, chegamos nas 33 velocidades!), além dos recem lançados EPS para Triathlon e novos pedivelas Bullet e Bora. Da mesma casa, a Fulcrum lança as novas Racing Quattro, que na verdade são irmãs praticamente gêmeas das Scirocco 35.
Sram
XX1 é a nova aposta para o Trail e All Mountain. 11 velocidades no cassete e uma coroa (com desenho especial para a corrente não saltar). Com uma relação inédita do cassete 10x42 dentes, a SRAM promete abalar o mercado. O sistema é inteligente, não tem cruzamentos, só resta saber a real praticidade, já que é preciso ter uma relação de coroa dianteira para cada situação. No que se refere ao funcionamento, o deslocamento do câmbio agora é paralelo ao cassete, e o cassete agora compartilha de um novo sistema de encaixe do núcleo. Pelo jeito agora teremos diversos tipos de núcleos: Sram 11 velocidades, Shimano 8/9/10 velocidades, e Campagnolo 9/10/11 velocidades... Mundo confuso!
O sistema será compatível apenas com cubos SRAM ou DT Swiss e os trocadores Trigger ou Grip Shift.
Manutenção Alli Bicicletas - Giant NRS
Antes da manutenção...
Desmontando...
Ferramentas especias para sacar e montar os rolamentos do quadro...
Componentes limpos...
Serviço pronto!!
Desmontando...
Ferramentas especias para sacar e montar os rolamentos do quadro...
Componentes limpos...
Serviço pronto!!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Tech Bike - O Peso e a Paranoia
Vivemos numa era onde a tecnologia nos propicia infinitas possibilidades. Um celular, um automóvel, uma televisão, e até uma bicicleta nos oferecem muitas, mas muitas opções tecnológicas da qual nos nem sempre estamos preparados para usar. Longe de ser contra a alta tecnologia e todos os milagres que nos oferece, a evolução dos componentes é saudável e muito bem vinda, mas, em certos casos, mais atrapalha do que ajuda. Por isso é preciso saber usar, como usar e porque usar determinados produtos ou funções.
Falando em bicicletas, hoje chegamos num momento onde quase todas as marcas de renome estão num excelente nível de performance. Logo, os produtos se tornaram altamente específicos, e projetados somente para uma finalidade, principalmente a procura por baixo peso.
Mas isso tem um custo. E não somente financeiro. Portanto, antes de comprar algum produto, é preciso ter ciência de diversos parâmetros.
Baixo peso é importante. Parte de sua performance vem do baixo peso de seus componentes. Quem não quer ter sua bike mais leve do que o seu oponente? Mas quanto menor o peso, mais frágil pode se tornar a estrutura. Por exemplo, blocagens de roda extremamente leves são feitas apenas para serem leves. Qualquer esforço a mais pode ocasionar no rompimento da mesma, e por consequência a roda se soltar. Já que uma blocagem faz parte da fixação de uma roda, até que ponto vale a pena um item de segurança ser tão leve? Se o ciclista exige demais das rodas, é preciso ter ciência de não abusar na hora do aperto...
Se falarmos em rodas, existem diversos fatores que favorecem a performance de uma roda, que nem sempre está ligada ao peso. Um boa roda tem que ser rígida lateralmente, tem que absorver os impactos, ter boa aceleração e boa maneabilidade, manter a bike embalada e ser resistente. Obvio que tudo não se consegue, porém muito depende da característica do usuário, do tipo de terreno, do tipo de performance, etc. No caso dos quadros, por exemplo, algumas marcas definem seus projetos ultra-leves imaginando sempre a bike em andamento. Os mesmo conseguem excelentes propriedades mecânicas, mas cada vez menos estão preparados para cair, transportar, ou situações atípicas. Se uma pedra bater num quadro de carbono (como é comum no MTB), o mesmo poderá ser inutilizado, já que em certas áreas não é projetado para tal fato. Muitos não tomam o devido cuidado ao colocar a bike no rack, e assim por diante. Existem casos de pedais com eixo de titânio, ou até mesmo suspensões levíssimas de carbono em que o de ciclista não pode ter acima do peso limite recomendado pelo fabricante, correndo risco de ruptura (e quem sabe fratura) . Sem falar naqueles pneus super leves que furam constantemente - vale a pena numa prova de MTB ser leve, mas parado com um pneu furado?
Cada utilizador é que tem que definir suas prioridades. Nada contra componentes extremamente leves, mas saiba como usar, seus custos, e o que pode te onerar. Afinal, dinheiro, status, segurança, performance, beleza e economia são palavras que tem seu peso - não necessariamente leve - na hora de tomar suas decisões.
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