A melhor mão de obra com ferramentas e produtos especiais: Um breve resumo de nosso trabalho.
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domingo, 9 de junho de 2013
Manutenções Alli Bicicletas
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terça-feira, 26 de março de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Manutenção Alli Bicicletas - Giant Anthem e Caloi Strada
Ferramentas especiais e mão de obra de primeira qualidade: mais dois destaques de nosso trabalho: Giant Anthem e Caloi Strada:
terça-feira, 18 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Lance Armstrong
Alguns comentam que Lance foi culpado. Outros que foi vítima. Mas na verdade, acredito que ele é sim vítima, mas não da acusação de dopping. Sim, porque se ele se dopou ou não, isso ninguém saberá. Até mesmo seus oponentes, quem prova que ninguém usou recursos químicos?
Vejo que essa história está mais para algo político do que ético. Acusação sem provas, baseado apenas em depoimentos e opiniões parecem mais querer derrubar alguém muito bem sucedido nos negócios esportivos, e que já passou por mais de 500 testes antidoping. Lance, mesmo depois de aposentado, é o atleta que mais retorno dá aos seus patrocinadores. Lance salvou a Trek, inseriu a Nike no mundo da bike, colocou a Shimano no pódio por 7 anos, edificou a Sram no ciclismo, alavancou vendas de óculos amarelos a Oakley, etc. Lance venceu o câncer, derrubou paradigmas, mostrou ter um organismo como poucos no mundo, mostrou ser um artista no marketing esportivo, e sem ser assim tão carismático. Ganhou no ciclismo, no triathlon, mostrou ter ótimo desempenho em maratonas, e até no MTB deixou sua marca.
Um fenômeno. Muito mais do que jogadores de futebol que se auto intitulam como heróis, mas não passam de gordos sedentários que, esses sim, vivem sob substâncias não corretas. É, talvez seja isso. A força política que tem o futebol, por exemplo, não deixa que escândalos apareçam. Não é o que acontece com atletismo, ciclismo e outros. Pois bem, mas se a intenção era derrubar Lance, o tiro foi pela culatra, pois seus patrocinadores continuam apoiando, seus admiradores permanecem o respeitando, e o resultado é que nada se abalou. Bom trabalho, Lance.
Um fenômeno. Muito mais do que jogadores de futebol que se auto intitulam como heróis, mas não passam de gordos sedentários que, esses sim, vivem sob substâncias não corretas. É, talvez seja isso. A força política que tem o futebol, por exemplo, não deixa que escândalos apareçam. Não é o que acontece com atletismo, ciclismo e outros. Pois bem, mas se a intenção era derrubar Lance, o tiro foi pela culatra, pois seus patrocinadores continuam apoiando, seus admiradores permanecem o respeitando, e o resultado é que nada se abalou. Bom trabalho, Lance.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Bicicleta pode ficar mais cara em SP
A alta no preço vai acontecer caso a revisão da estimativa de lucro do setor, proposta pela Secretaria da Fazenda, seja levada a cabo. A informação foi adiantada por empresários do segmento, que temem uma derrubada nos negócios.
Entenda o imposto
Desde 2009, as lojas que comercializam bicicletas foram incluídas no rol de empresas sujeitas ao regime de substituição tributária, com retenção antecipada para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Esse tributo é de 18% para o setor. Pelo regime, o valor do imposto é cobrado tanto da indústria como do varejo, antes que o produto seja comercializado. Além disso, o cálculo é baseado em uma estimativa do valor final ao consumidor, pois não há preço único ou máximo definido para as bikes.
O cálculo do preço de mercado, por sua vez, é baseado no Índice de Valor Adicionado Setorial (IVA-ST), estimado a partir das informações dos contribuintes do Estado. Na época que a substituição tributária entrou em voga, esse índice era de 81,51% sobre o preço de custo do produto, mas depois foi reduzida para 47%, graças à atuação da Aliança Bike, associação que congrega 45 empresas do setor de bicicletas.
Nova tributação
Agora, segundo informações fornecidas por Sérgio Gallo, diretor comercial e sócio da fabricante de bicicletas Soul Cycles, pretende-se aumentar o IVA-ST para 140% no caso de peças e componentes e 120% para as bicicletas montadas.
Pela tributação atual, com IVA-ST de 47%, uma bicicleta que o comerciante adquire por R$ 1.000 paga tributo como se fosse vendida por R$ 1.470, o que define um valor de R$ 264,60 para o ICMS. Com a nova proposta de 120%, a mesma bicicleta adquirida por R$ 1.000 passa a ser tributada como se fosse vendida por R$ 2.200, assim o governo arrecada R$ 396 com imposto.
Segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, “para atualizar o IVA-ST do setor estão sendo realizadas duas pesquisas sob responsabilidade da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas do Estado de São Paulo (Fipe)”. Uma delas foi contratada pelo Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre) e Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), que irá estipular o preço para bicicletas.
A outra pesquisa, para partes, peças e acessórios de bicicletas, foi contratada pela Associação Brasileira dos Fabricantes, Distribuidores, Exportadores e Importadores de Bicicletas, Peças e Acessórios (Abradibi).
Mercado
“Temos de 800 a 1000 revendedores de bicicletas pelo estado, micro-empresários que dependem desse mercado, e vai ficar praticamente inviável a venda [de bicicletas] em São Paulo”, afirma Gallo.
“Pelos nossos cálculos isso vai fazer com que o preço de um modelo montado aumente uns 20%, afirma Daniel Oliveira, comercial da Shimano, que importa peças de bicicletas para o Brasil. “Os grandes prejudicados serão os pequenos montadores”, completa.
“Eles acham que a margem de lucro é X e querem que se pague esse imposto antecipadamente, mas a margem é menor”, explica Ricardo Fiorini, dono da loja Freecycle. Para ele “se taxar dessa forma que estão falando, morreu, não vai dar pra vender bicicleta. Vai ficar impraticável, porque a bike vai custar quase o dobro do que ela custa hoje”.
Para Gallo, caso o aumento ocorra, é possível que o consumidor paulista passe a comprar em outros estados, seja pela internet, ou mesmo em viagens. Para ele, o segmento precisa “mostrar para o governo que não pode tomar uma decisão que vai afetar funcionários e donos de loja, gerando uma quebra em cadeia do comércio especializado no estado de São Paulo”.
Segundo Oliveira, da Shimano, “estamos com um movimento para tentar reduzir [o imposto], mas o que estamos sentindo é que vão tentar descer isso goela abaixo.
A Aliança Bike, informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “está trabalhando internamente com os seus associados e assessores jurídicos para apresentar aos órgãos competentes informações relevantes do mercado no Estado”. O grupo afirma que o objeto é “é auxiliar no mapeamento, trazendo o IVA-ST para patamares próximos à realidade”.
Conforme informou a assessoria de imprensa da Secretaria da Fazenda, “o processo de revisão é necessário para que o IVA-ST represente, de fato, a Margem de Valor Adicionado utilizada na cadeia de comercialização destes produtos”.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Novidades 2013 - Parte 2
Como já citamos anteriormente,
as novidades 2013 não param de aparecer - e impressionar! Dentre as muitas, vou
citar algumas:
Shimano:
Como seu irmão mecânico, o novo Dura-Ace DI2 possui 11 velocidades, nova ergonomia nos controles, e uma série de inovações.
Assim como a linha Campagnolo EPS Record e Super Record, a Shimano também adotou o Multiple Shifting, só que programável. O STI está com alavancas e botões maiores, além da borracha com dupla densidade. O peso do grupo caiu cerca de 170g em relação ao anterior, o que é um enorme avanço.
Além dos componentes tradicionais, a Shimano lançou novos Bar End Shifters com posições diferentes de clipes, alé do novo ciclocomputador Flyght Deck, com visor maior, múltiplas funções e visor Touch Screen...
Campagnolo
Como dito anteriormente, o grande lançamento é o novo Athena EPS. Herdando as tecnologias dos Record e Super Record, o Athena EPS entra no mercado como uma opção de custo mais baixo (concorrente direto do Ultegra DI2 - só que com 11 velocidades).
A grande diferença entre os outros familiares EPS, está nos materiais empregados, onde carbono e titânio são substituídos por alumínio. O peso é maior, mas conserva durabilidade e reduz o custo. Os componentes Athena EPS não são compatíveis com os Record e Super Record EPS.
Falando ainda em Campagnolo, novas opções de cassetes, novas rodas Scirocco 35mm, e novos sistemas triplos Veloce, Centaur e Athena (isso mesmo, chegamos nas 33 velocidades!), além dos recem lançados EPS para Triathlon e novos pedivelas Bullet e Bora. Da mesma casa, a Fulcrum lança as novas Racing Quattro, que na verdade são irmãs praticamente gêmeas das Scirocco 35.
Sram
XX1 é a nova aposta para o Trail e All Mountain. 11 velocidades no cassete e uma coroa (com desenho especial para a corrente não saltar). Com uma relação inédita do cassete 10x42 dentes, a SRAM promete abalar o mercado. O sistema é inteligente, não tem cruzamentos, só resta saber a real praticidade, já que é preciso ter uma relação de coroa dianteira para cada situação. No que se refere ao funcionamento, o deslocamento do câmbio agora é paralelo ao cassete, e o cassete agora compartilha de um novo sistema de encaixe do núcleo. Pelo jeito agora teremos diversos tipos de núcleos: Sram 11 velocidades, Shimano 8/9/10 velocidades, e Campagnolo 9/10/11 velocidades... Mundo confuso!
O sistema será compatível apenas com cubos SRAM ou DT Swiss e os trocadores Trigger ou Grip Shift.
Shimano:
Como seu irmão mecânico, o novo Dura-Ace DI2 possui 11 velocidades, nova ergonomia nos controles, e uma série de inovações.
Assim como a linha Campagnolo EPS Record e Super Record, a Shimano também adotou o Multiple Shifting, só que programável. O STI está com alavancas e botões maiores, além da borracha com dupla densidade. O peso do grupo caiu cerca de 170g em relação ao anterior, o que é um enorme avanço.
Além dos componentes tradicionais, a Shimano lançou novos Bar End Shifters com posições diferentes de clipes, alé do novo ciclocomputador Flyght Deck, com visor maior, múltiplas funções e visor Touch Screen...
Campagnolo
Como dito anteriormente, o grande lançamento é o novo Athena EPS. Herdando as tecnologias dos Record e Super Record, o Athena EPS entra no mercado como uma opção de custo mais baixo (concorrente direto do Ultegra DI2 - só que com 11 velocidades).
A grande diferença entre os outros familiares EPS, está nos materiais empregados, onde carbono e titânio são substituídos por alumínio. O peso é maior, mas conserva durabilidade e reduz o custo. Os componentes Athena EPS não são compatíveis com os Record e Super Record EPS.
Falando ainda em Campagnolo, novas opções de cassetes, novas rodas Scirocco 35mm, e novos sistemas triplos Veloce, Centaur e Athena (isso mesmo, chegamos nas 33 velocidades!), além dos recem lançados EPS para Triathlon e novos pedivelas Bullet e Bora. Da mesma casa, a Fulcrum lança as novas Racing Quattro, que na verdade são irmãs praticamente gêmeas das Scirocco 35.
Sram
XX1 é a nova aposta para o Trail e All Mountain. 11 velocidades no cassete e uma coroa (com desenho especial para a corrente não saltar). Com uma relação inédita do cassete 10x42 dentes, a SRAM promete abalar o mercado. O sistema é inteligente, não tem cruzamentos, só resta saber a real praticidade, já que é preciso ter uma relação de coroa dianteira para cada situação. No que se refere ao funcionamento, o deslocamento do câmbio agora é paralelo ao cassete, e o cassete agora compartilha de um novo sistema de encaixe do núcleo. Pelo jeito agora teremos diversos tipos de núcleos: Sram 11 velocidades, Shimano 8/9/10 velocidades, e Campagnolo 9/10/11 velocidades... Mundo confuso!
O sistema será compatível apenas com cubos SRAM ou DT Swiss e os trocadores Trigger ou Grip Shift.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
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